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Café Amaral

Em 1929 o Sr Manuel José do Amaral (Neca) e Isabel Rates (Belinha) mudam-se para esta cidade em formação oriundos de Aracitaba e lá adquirem glebas dando seguimento ao cultivo que se expandia naquela área: o café, que se adaptou plenamente na região pela topografia e clima. Após o falecimento do patriarca no ano de 1964 alguns dos filhos mantiveram o cultivo e exploração das terras que lhes fora transferido. Seu filho Sebastião Rates do Amaral (Tão) foi um dos que continuaram com as lavouras, mesmo mudando com a família para o interior do Rio de Janeiro. Após seu falecimento, seu filho José Maurício (médico veterinário) que por profissão se manteve próximo ao campo, assumiu a gestão da fazenda. Porém as terras que lhe fora destinado após a divisão entre os irmãos não havia o cultivo, sem dúvidas nenhuma iniciou o plantio de uma nova lavoura em 2013 com objetivo de melhorar ainda mais a qualidade, porém não foi possível que estivesse presente na sua primeira colheita, mantendo o desejo e alavancando seu sonho, seus filhos e esposa se prontificaram a cuidar do negócio da família evoluindo na cadeia produtiva torrando e distribuindo diretamente aos amantes de cafés de qualidade nas embalagens do Café Amaral.